Capa: Jorge Pedro Sousa (Coord.), Mário Pinto, Ricardo Jorge Pinto, Gabriel Silva, Nair Silva, Carlos Duarte, Eduardo Zilles Borba, Mônica Delicato, Patrícia Teixeira e Patrísia Ciancio. (2010) O Pensamento Jornalístico Português: Das Origens a Abril de 1974 VOL. I. Communication  +  Philosophy  +  Humanities. .
O Pensamento Jornalístico Português: Das Origens a Abril de 1974 VOL. I

by Jorge Pedro Sousa (Coord.), Mário Pinto, Ricardo Jorge Pinto, Gabriel Silva, Nair Silva, Carlos Duarte, Eduardo Zilles Borba, Mônica Delicato, Patrícia Teixeira e Patrísia Ciancio.

Coleção: Livros LabCom
Ano da edição: 2010
ISBN: 978-989-654-057-9
Preço da edição impressa: € 20   Encomendar


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Sinopse

Como foi pensado o jornalismo em Portugal até à Revolução de 1974? Foiesta a grande questão que balizou a produção deste livro colectivo,produzido no âmbito de um projecto de investigação financiado pelaFundação para a Ciência e a Tecnologia. Foi intenção dos autoresrealçar os contributos autóctones para a edificação das teorias dojornalismo. Deve salientar-se o elevado número de autores portugueses,alguns dos quais injustamente esquecidos, que pensaram o jornalismo aolongo do tempo. Em Portugal, escreve-se sobre jornalismo pelo menosdesde 1644, e muito mais se escreveu a partir do século XIX. Oresultado mais impressivo do projecto foi precisamente a redescobertade centenas de autores nacionais e do seu pensamento jornalístico,pois parecia ter-se desvanecido da memória académica nacional, numtempo de injusta omnipresença e aparente omnipotência do inglês comolíngua de conhecimento, a produção intelectual portuguesa sobrejornalismo, rica em variedade e interesse.

Índice

INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1: Relembrando o contexto histórico: 1644 - 1974

1. A Restauração da Independência e o desenvolvimento do periodismoemPortugal 4

2. Portugal e o seu jornalismo num contexto Iluminista  11

3. Portugal entre 1807 e 1910: liberalismo e explosão da imprensa   16

4. Portugal e o seu jornalismo durante a I República (1910-1926)    40

5. O jornalismo português sob o signo do Estado Novo  43

6. Os jornalistas em Portugal 51

CAPÍTULO 2: O advento do estudo do jornalismo em Portugal: 1644 – 1910

1. Os primeiros passos       58
 

2. Asprimeirasmanifstaçõesdeumacríticaportuguesaaojornalismo   60

3. O vintismo e a crítica ao jornalismo    65

4. Da crítica do jornalismo à teorização sobre a liberdade de imprensa   108

5. A história do jornalismo     124 

6. Conjuntura jornalística  136

7. Jornalistasevidaprofissional     143

8. Ensinodojornalismo     157

9. Teoria do jornalismo     159

10. Conclusões      174

CAPÍTULO 3: A teorização do jornalismo em Portugal: I República (de 5 de Outubro de 1910 a 28 de Maio de 1926)

1. O jornalismo 180

2. Liberdade de imprensa       182

3. Os leitores     186

4. A independência jornalística    187

5. A imprensa na guerra       190

CAPÍTULO 4: A teorização do jornalismo em Portugal: Estado Novo - 1a parte (de 29 de Maio de 1926 a Maio de 1958)

1. A teoria do jornalismo 197

2. História do jornalismo 210

3. Liberdade de imprensa 274

4. Ensino do jornalismo 294

5. Jornalistas e vida profissional 313

6. Conjuntura jornalística 340

7. Conclusão 348

CAPÍTULO 5: A teorização do jornalismo em Portugal: Estado Novo - 2a parte (de Junho de 1958 a Abril de 1974)

1. Ateorização sobre a liberdade de imprensa 358

2. A história do jornalismo 370

3. O jornalismo, os jornalistas e as suas circunstâncias 378

4. Teoria do jornalismo 384

5. Consideraçõesfinais 435

BIBLIOGRAFIA

APÊNDICE

Apêndice 1


Apoio:
Fundação para a Ciência e a TecnologiaUnião EuropeiaQuadro de Referência Estratégico NacionalPrograma Operacional Factores de CompetitividadeUniversidade da Beira Interior